
O livro foi escrito em 1972 e reeditado em 2006. Não é por causa da década de 70 que ele é repleto de palavras difíceis e embromation. Que nada! É tão moderno quanto Bridget Jones. Aliás, é dessa forma que ele se vende: “junte uma pitada de ‘O Diabo Veste Prada, acrescente uma tigela bem cheia de Bridget Jones, uma colher de sopa de Maryan Keyes e leve ao fogo alto de Sex And The City. Quando estiver cozido, depois de boas gargalhadas, retire do forno e cubra com Bergdorf Biondes a gosto. Sirva acompanhado de deliciosas pitadas judaicas”.
Imagine uma garota com um pouco mais de 30 anos e solteira em plena cidade de NY. Ela não se conforma com seu estado civil e, por isso, escreve um bilhete suicida. O bilhete, no caso, deu origem ao livro todo. É uma leitura gostosa e descontraída. Indicado para uma pausa entre leituras difíceis e chatas.
Imagine uma garota com um pouco mais de 30 anos e solteira em plena cidade de NY. Ela não se conforma com seu estado civil e, por isso, escreve um bilhete suicida. O bilhete, no caso, deu origem ao livro todo. É uma leitura gostosa e descontraída. Indicado para uma pausa entre leituras difíceis e chatas.
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