terça-feira, 8 de setembro de 2009

Isso, isso, isso, isso, isso...


A história de como todo esse sucesso começou é bem interessante. Por esse motivo coloco aqui. Nunca fui fã do seriado Chaves, porque, na minha infância, meu pai nos proibíamos (eu e meu irmão) de assitir. Como estavávamos em época de alfabetização, ele tinha muito receio de que começássemos imitando um dos personagens (ou todos eles juntos). Ou seja, meu pai tinha medo de que seguíssemos o exemplo daquele "- bando de burros." Era assim que ele dizia. Nunca chorei ou deixei de comer por isso. Simplesmente eu e meu rmão assistíamos à série quando meu pai tinha compromissos e não vinha almoçar em casa. Coisa de pirraça.

Mas, como a informação corre o mundo (graças à Deus), tive acesso à pequena grande vida desse personagem mundialmente conhecido através do livro "Diário do Chaves", do autor e criador Roberto Gómez Bolaños. Por exemplo: você sabia que tudo teve início quando um menino o parou na rua pedindo para engraxar seus sapatos? E que ele aceitou, apesar de tê-los perfeitamente limpos, por ter enxergado ternura em seu olhar? Assim que o autor o pagou pelo polimento dos sapatos, Chaves saiu correndo para comprar seu tão apetitoso sanduíche de presunto. Sem querer ("querendo"....rs) acabou esquecendo um caderno de anotações com suas histórias, seus pensamentos, suas dúvidas do mundo e impressões das pessoas. Sim, foi dessa forma que tudo surgiu: da necessidade do autor transmitir o otimismo de uma criança, a qual faltava tudo.



  • do autor:

Voltei várias vezes ao parque; procurei incansavelmente saber; perguntei, perguntei; sentei-me no mesmo banco que estava quando o Chaves engraxou meus sapatos; no mesmo lugar em que ele havia esquecido seu caderno. Mas tudo foi em vão. E só me resta uma saída: que chegue às mãos dele um exemplar deste livro, e, se ele achar conveniente, que entre em contato comigo.
Se isso acontecer, não pense, Chaves, que não darei valor à nossa possível amizade. Eu só quero lhe agradecer. Agradecer infinitamente por tudo o que meu deu esse personagem incomparável que é o Chaves.


Isso, isso, isso, isso, isso...


A história de como todo esse sucesso começou é bem interessante. Por esse motivo coloco aqui. Nunca fui fã do seriado Chaves, porque, na minha infância, meu pai nos proibíamos (eu e meu irmão) de assitir. Como estavávamos em época de alfabetização, ele tinha muito receio de que começássemos imitando um dos personagens (ou todos eles juntos). Ou seja, meu pai tinha medo de que seguíssemos o exemplo daquele "- bando de burros." Era assim que ele dizia. Nunca chorei ou deixei de comer por isso. Simplesmente eu e meu rmão assistíamos à série quando meu pai tinha compromissos e não vinha almoçar em casa. Coisa de pirraça.

Mas, como a informação corre o mundo (graças à Deus), tive acesso à pequena grande vida desse personagem mundialmente conhecido através do livro "Diário do Chaves", do autor e criador Roberto Gómez Bolaños. Por exemplo: você sabia que tudo teve início quando um menino o parou na rua pedindo para engraxar seus sapatos? E que ele aceitou, apesar de tê-los perfeitamente limpos, por ter enxergado ternura em seu olhar? Assim que o autor o pagou pelo polimento dos sapatos, Chaves saiu correndo para comprar seu tão apetitoso sanduíche de presunto. Sem querer ("querendo"....rs) acabou esquecendo um caderno de anotações com suas histórias, seus pensamentos, suas dúvidas do mundo e impressões das pessoas. Sim, foi dessa forma que tudo surgiu: da necessidade do autor transmitir o otimismo de uma criança, a qual faltava tudo.



  • do autor:

Voltei várias vezes ao parque; procurei incansavelmente saber; perguntei, perguntei; sentei-me no mesmo banco que estava quando o Chaves engraxou meus sapatos; no mesmo lugar em que ele havia esquecido seu caderno. Mas tudo foi em vão. E só me resta uma saída: que chegue às mãos dele um exemplar deste livro, e, se ele achar conveniente, que entre em contato comigo.
Se isso acontecer, não pense, Chaves, que não darei valor à nossa possível amizade. Eu só quero lhe agradecer. Agradecer infinitamente por tudo o que meu deu esse personagem incomparável que é o Chaves.


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

É assim que se faz

da revista Veja - agosto/2009 - sobre como a BomBril pagou sua dívida astronômica, chegando quase à decadência:


"NO LUGAR DE PARENTES E AMIGOS, HOUVE A SUBSTITUIÇÃO POR EXECUTIVOS TARIMBADOS"

Ronaldo Samapio Ferreira, economista e herdeiro da marca

É assim que se faz

da revista Veja - agosto/2009 - sobre como a BomBril pagou sua dívida astronômica, chegando quase à decadência:


"NO LUGAR DE PARENTES E AMIGOS, HOUVE A SUBSTITUIÇÃO POR EXECUTIVOS TARIMBADOS"

Ronaldo Samapio Ferreira, economista e herdeiro da marca


Uma das coisas boas que aconteceram naquele lugar onde eu não deveria ter ido nunca. Estela Cassilati tem uma voz linda e lança seu primeiro CD solo. Ela também está na trilha sonora do filme "Mulher Invisível"


Uma das coisas boas que aconteceram naquele lugar onde eu não deveria ter ido nunca. Estela Cassilati tem uma voz linda e lança seu primeiro CD solo. Ela também está na trilha sonora do filme "Mulher Invisível"

quinta-feira, 3 de setembro de 2009


Chegou a hora

Várias referências passando na mão, inúmeras idéias borbulhando na cabeça, milhares de coisas que tenho vontade de fazer. Tá na hora de eu levantar a poeira que ficou pra trás. CHE-GA!
Vou aproveitar ao máximo esse feriado prolongado pra começar a escrever um pequeno planejamento das coisas para que eu não entre na fase do desespero. Me conheço! Quando a ansiedade pega, dormir é só uma questão de cansaço extremo; asma é uma questão de não saber respirar calmamente com o auxílio do diafragma; alergias é uma questão de não parar quieta e dores de estômago é somatição de tudo isso que eu citei acima. Ah! Só sobra tempo para os últimos capítulos de Caminho das Índias. Tik!

Chegou a hora

Várias referências passando na mão, inúmeras idéias borbulhando na cabeça, milhares de coisas que tenho vontade de fazer. Tá na hora de eu levantar a poeira que ficou pra trás. CHE-GA!
Vou aproveitar ao máximo esse feriado prolongado pra começar a escrever um pequeno planejamento das coisas para que eu não entre na fase do desespero. Me conheço! Quando a ansiedade pega, dormir é só uma questão de cansaço extremo; asma é uma questão de não saber respirar calmamente com o auxílio do diafragma; alergias é uma questão de não parar quieta e dores de estômago é somatição de tudo isso que eu citei acima. Ah! Só sobra tempo para os últimos capítulos de Caminho das Índias. Tik!


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Havaianas do bem

Pra começar, esse post só está aqui pela boa ação que a Selfridges - loja de departamentos do Reino Unido - se propôs para ajudar uma instituição inglesa que cuida de crianças com câncer, a Clic Sargent. Vários estilistas famosérrimos foram convidados para criar suas próprias versões das Havaianas. Os chinelos serão leiloados e a doação vai direto pra instituição. Acho o máximo esse povo famoso que faz esse tipo de coisa, afinal, são eles os que mais podem contribuir.

P.S.: se eu tivessem dindim na conta, arremataria a criação de Matthew Williamson. Acho que as bolotas de Manolo Blahnik acabariam azucrinando meus pés (por mais que um Manolo seja sempre um Manolo).... Quem me lê acha que eu devo ser uma super antenada no mundo fashion, né? rá, rá, rá.....

Havaianas do bem

Pra começar, esse post só está aqui pela boa ação que a Selfridges - loja de departamentos do Reino Unido - se propôs para ajudar uma instituição inglesa que cuida de crianças com câncer, a Clic Sargent. Vários estilistas famosérrimos foram convidados para criar suas próprias versões das Havaianas. Os chinelos serão leiloados e a doação vai direto pra instituição. Acho o máximo esse povo famoso que faz esse tipo de coisa, afinal, são eles os que mais podem contribuir.

P.S.: se eu tivessem dindim na conta, arremataria a criação de Matthew Williamson. Acho que as bolotas de Manolo Blahnik acabariam azucrinando meus pés (por mais que um Manolo seja sempre um Manolo).... Quem me lê acha que eu devo ser uma super antenada no mundo fashion, né? rá, rá, rá.....

Sem por quês


Li uma matéria muito interessante sobre a Capadócia, região situada bem no centro da Turquia e uma peculiaridade me chamou muito a atenção: existe uma árvore no local onde turistas e moradores locais deixam os seus pedidos pendurados entre os galhos e o tronco. Ninguém sabe o motivo.
Vai ver isso começou em 33 d.C já que a Bíblia cita a região e fala dos judeus da Capadócia. Mas isso é puro achismo de uma pesquisa rápida e fiz e concluí. Pela foto da "árvore dos desejos", pode ser que isso tenha começado há muito tempo mesmo.

Sem por quês


Li uma matéria muito interessante sobre a Capadócia, região situada bem no centro da Turquia e uma peculiaridade me chamou muito a atenção: existe uma árvore no local onde turistas e moradores locais deixam os seus pedidos pendurados entre os galhos e o tronco. Ninguém sabe o motivo.
Vai ver isso começou em 33 d.C já que a Bíblia cita a região e fala dos judeus da Capadócia. Mas isso é puro achismo de uma pesquisa rápida e fiz e concluí. Pela foto da "árvore dos desejos", pode ser que isso tenha começado há muito tempo mesmo.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Menina da Lua - Banda Versos

ela se vestiu toda de sonhos
plantou vida por aí sem notar tamanho
mas ela não percebeu

o que dirá agora
que ele só sabe olhar pros olhos teus

menina da lua
que ele deslumbra como sonho meu

menina da lua
tão linda no céu
e as estrelas circundam
pra ver-te brilhar
mas quando ela chegar
meu mundo vai girar

ela se despiu das suas tristezas
fez a cama, borboleta e então saiu
mas ela não percebeu
o que dirá aos céus
e ele segue a olhar nos olhos teus

Pra ouvir: link (AQUI), faixa 2 do CD "Vitrola Ilógica"

P.S.: eu tenho que comentar que parece que certas coisas são feitas especialmente pra nós. Nesse caso, eu. RÁ!


Menina da Lua - Banda Versos

ela se vestiu toda de sonhos
plantou vida por aí sem notar tamanho
mas ela não percebeu

o que dirá agora
que ele só sabe olhar pros olhos teus

menina da lua
que ele deslumbra como sonho meu

menina da lua
tão linda no céu
e as estrelas circundam
pra ver-te brilhar
mas quando ela chegar
meu mundo vai girar

ela se despiu das suas tristezas
fez a cama, borboleta e então saiu
mas ela não percebeu
o que dirá aos céus
e ele segue a olhar nos olhos teus

Pra ouvir: link (AQUI), faixa 2 do CD "Vitrola Ilógica"

P.S.: eu tenho que comentar que parece que certas coisas são feitas especialmente pra nós. Nesse caso, eu. RÁ!


Dá-lhe, Marilda!!!


Hoje entrou o mês de setembro. Mesmo assim, quero comentar a respeito de uma entrevista que saiu na Marie Claire no mês passado. A entrevistada foi Andréa Beltrão. Consegui ler somente hoje. Simplesmente o máximo! Sabe quando você tem a sensação de que o artista se despiu para o repórter? Num mundo onde a hipocrisia reina mais rinite alérgica, indico a leitura com toda a franqueza, emoção e realidade com que a atriz educa seus 3 filhos. No link (AQUI) a editora publica, inclusive, o making off da entrevista.
P.S.: uma das perguntas me deixou bastante intrigada. Quando a revista pergunta se ela acha que, o triângulo amoroso que existia entre Zelda (seu personagem em Armação Ilimitada nos anos 80), Juba e Lula, seria censurado nos dias de hoje. Aí pensei: "Peraí? What the fuck triângulo amoroso? Não, não e não!" Juro que fiquei passada. Tudo bem que eu era uma menina de uns 6 anos na época, mas pô! Nem de velha eu sacaria más intenções num formato daqueles. Quer dizer que o mundo incitava a suruba em entrelinhas desde aquela época? Eu não quero e não vou acreditar. Digam o que quiserem. OH, GOD! HELP ME!!!!!!!!!!!

Dá-lhe, Marilda!!!


Hoje entrou o mês de setembro. Mesmo assim, quero comentar a respeito de uma entrevista que saiu na Marie Claire no mês passado. A entrevistada foi Andréa Beltrão. Consegui ler somente hoje. Simplesmente o máximo! Sabe quando você tem a sensação de que o artista se despiu para o repórter? Num mundo onde a hipocrisia reina mais rinite alérgica, indico a leitura com toda a franqueza, emoção e realidade com que a atriz educa seus 3 filhos. No link (AQUI) a editora publica, inclusive, o making off da entrevista.
P.S.: uma das perguntas me deixou bastante intrigada. Quando a revista pergunta se ela acha que, o triângulo amoroso que existia entre Zelda (seu personagem em Armação Ilimitada nos anos 80), Juba e Lula, seria censurado nos dias de hoje. Aí pensei: "Peraí? What the fuck triângulo amoroso? Não, não e não!" Juro que fiquei passada. Tudo bem que eu era uma menina de uns 6 anos na época, mas pô! Nem de velha eu sacaria más intenções num formato daqueles. Quer dizer que o mundo incitava a suruba em entrelinhas desde aquela época? Eu não quero e não vou acreditar. Digam o que quiserem. OH, GOD! HELP ME!!!!!!!!!!!