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segunda-feira, 15 de março de 2010
da Revista Piauí
O fonoaudiólogo Gregory Bloch ensina Dilma a pronunciar "companheiroç" e "brasileiroç" com o charme da língua 'pleça'
Uma salva de palmas para o humor dos redatores da Revista Piauí. Só eles para mostrarem a palhaçada da vida real brasileira. Na íntegra (AQUI).
da Revista Piauí
O fonoaudiólogo Gregory Bloch ensina Dilma a pronunciar "companheiroç" e "brasileiroç" com o charme da língua 'pleça'
Uma salva de palmas para o humor dos redatores da Revista Piauí. Só eles para mostrarem a palhaçada da vida real brasileira. Na íntegra (AQUI).
Chupa, Santos!
Sou Juventina da Mooca. Depois, Corinthiana com muito orgulho. Ontem e somente ontem, minha torcida era toda do Palmeiras para que todo o time do Santos engolisse o orgulho e jogasse com mais humildade. Na miúda, plis. Após olhar todas as dancinhas pós-gol, aquela do segundo gol do Robert, que gerou o empate do jogo, foi uma saraivada. Melhor imagem da semana. Morri de rir.
P.S.: depois de ouvir o Luciano do Valle narrar a Fórmula Indy dando ênfase a nova moda S de SAMBA, até eu esqueci e relaxei.
Chupa, Santos!
Sou Juventina da Mooca. Depois, Corinthiana com muito orgulho. Ontem e somente ontem, minha torcida era toda do Palmeiras para que todo o time do Santos engolisse o orgulho e jogasse com mais humildade. Na miúda, plis. Após olhar todas as dancinhas pós-gol, aquela do segundo gol do Robert, que gerou o empate do jogo, foi uma saraivada. Melhor imagem da semana. Morri de rir.
P.S.: depois de ouvir o Luciano do Valle narrar a Fórmula Indy dando ênfase a nova moda S de SAMBA, até eu esqueci e relaxei.
Guns N Roses Chinese Democracy Tour - EU FUI!!!
Sábado foi o dia de usar e abusar do meu presente de aniversário. Bandana era a indumentária principal. Fui para o Pq. Antártica. Eu e L. Estacionamento cobrando R$100 o perído. Absurdo. Conseguimos para por R$40. RÁ! Lógico que tudo seria um sonho se os organizadores do evento soubessem a entrada para cada setor. Pista era o único lugar que eles indicavam. Ninguém sabia NA-DA. Isso porque eram mais de 100 pessoas com a camiseta ORIENTADOR da tal Tickets 4 For. Mais uma que só quer trazer o artista, ganhar dinheiro e dane-se para as pessoas que comparecem. Bom, minha vibe era outra, mas não tem como não reparar nesses detalhes e no ar blasè dessa gente.
Entramos às 18h30. O show do Guns estava previsto para às 21h30. E não é que às 21h30 entra no palco Sebastian Bach? Atrasos à parte, me acabei ao som das músicas do álbum Slave to the Grind. ME A-CA-BE-I. Lembrei dos meu 16 anos quando ele ainda era o Skid Row e veio ao Brasil fazer um show no Ginásio do Ibirapuera. Eu também estava lá. Chatro! Mais do que em forma, o cara é demais. Luzes se apagam, áudio também, ele se posiciona no meio do palco e começa: "Rick was a young boy..." Urrúúúúúúú..... Delírio.
Axl entrou às 00h40. Um singelo ataque de estrelismo; um desrespeito para com os fãns. A platéia começa a xingar sem parar. Por que a maioria dos estrangeiros pensam que podem fazer isso conosco? O cara não tá aqui de graça, pô! Começa o show com Chinese Democracy e emenda Welcome to the Jungle. Axl é uma lenda. A essa altura eu já tinha esquecido do atraso. Seria mais lendário se Slash estivesse no palco. Mas a banda não deixa a desejar. Os caras são tão bons quanto e conseguiram levar mais de 40 mil pessoas à loucura. Saldo:
- Rock Rocket abriu o show e eu não gostei. Muita apologia à bebida e drogas diante de uma moçada que está perdida. Poderia ser coisa melhor;
- Forgotten Boys foi o próximo. Melhor do que o anterior;
- Galera invade as escadas de acesso. Mais um problema de organização;
- Sebastian e banda nota 10, apesar do baixo não estar 100% (sou fã, fazer o quê?);
- Água e refri acabam à 00h. Só resta cerveja e eu queria algo que matasse a sede de verdade. Garganta zoada;
- Axl e banda também nota 10. O público delirou com as antigas. Pena que deixoi mais para o final.
Guns N Roses Chinese Democracy Tour - EU FUI!!!
Sábado foi o dia de usar e abusar do meu presente de aniversário. Bandana era a indumentária principal. Fui para o Pq. Antártica. Eu e L. Estacionamento cobrando R$100 o perído. Absurdo. Conseguimos para por R$40. RÁ! Lógico que tudo seria um sonho se os organizadores do evento soubessem a entrada para cada setor. Pista era o único lugar que eles indicavam. Ninguém sabia NA-DA. Isso porque eram mais de 100 pessoas com a camiseta ORIENTADOR da tal Tickets 4 For. Mais uma que só quer trazer o artista, ganhar dinheiro e dane-se para as pessoas que comparecem. Bom, minha vibe era outra, mas não tem como não reparar nesses detalhes e no ar blasè dessa gente.
Entramos às 18h30. O show do Guns estava previsto para às 21h30. E não é que às 21h30 entra no palco Sebastian Bach? Atrasos à parte, me acabei ao som das músicas do álbum Slave to the Grind. ME A-CA-BE-I. Lembrei dos meu 16 anos quando ele ainda era o Skid Row e veio ao Brasil fazer um show no Ginásio do Ibirapuera. Eu também estava lá. Chatro! Mais do que em forma, o cara é demais. Luzes se apagam, áudio também, ele se posiciona no meio do palco e começa: "Rick was a young boy..." Urrúúúúúúú..... Delírio.
Axl entrou às 00h40. Um singelo ataque de estrelismo; um desrespeito para com os fãns. A platéia começa a xingar sem parar. Por que a maioria dos estrangeiros pensam que podem fazer isso conosco? O cara não tá aqui de graça, pô! Começa o show com Chinese Democracy e emenda Welcome to the Jungle. Axl é uma lenda. A essa altura eu já tinha esquecido do atraso. Seria mais lendário se Slash estivesse no palco. Mas a banda não deixa a desejar. Os caras são tão bons quanto e conseguiram levar mais de 40 mil pessoas à loucura. Saldo:
- Rock Rocket abriu o show e eu não gostei. Muita apologia à bebida e drogas diante de uma moçada que está perdida. Poderia ser coisa melhor;
- Forgotten Boys foi o próximo. Melhor do que o anterior;
- Galera invade as escadas de acesso. Mais um problema de organização;
- Sebastian e banda nota 10, apesar do baixo não estar 100% (sou fã, fazer o quê?);
- Água e refri acabam à 00h. Só resta cerveja e eu queria algo que matasse a sede de verdade. Garganta zoada;
- Axl e banda também nota 10. O público delirou com as antigas. Pena que deixoi mais para o final.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Termina domingo, dia 14/03
Pessoal que lê o Cá Aqui,
Termina domingo, depois de amanhã, a edição 2010 do Restaurant Week. É um evento gastronômico onde restaurantes bã-bã-bãns estipulam uma entrada, prato principal e sobremesa, por um preço camarada. E é camarada MES-MO. Mais de 200 restaurantes participam do enlace. Acesse o site (AQUI) e escolha o próximo local que você vai conhecer.
Termina domingo, dia 14/03
Pessoal que lê o Cá Aqui,
Termina domingo, depois de amanhã, a edição 2010 do Restaurant Week. É um evento gastronômico onde restaurantes bã-bã-bãns estipulam uma entrada, prato principal e sobremesa, por um preço camarada. E é camarada MES-MO. Mais de 200 restaurantes participam do enlace. Acesse o site (AQUI) e escolha o próximo local que você vai conhecer.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Quadro do amor
Já faz tempo que eu quero fazer uma mão de cera e personalizar do jeito que está na minha cabeça; já faz tempo que eu quero uma semi-jóia da J.M.; já faz tempo que eu quero fazer o molde de uma blusa linda que saiu na Manequim; já faz tempo que eu tenho que voltar pra minha dieta. Agora, vi esse quadro de coração que, óbvio, quero fazer também. E o mais rápido que eu puder pra não entrar na lista dos "já faz tempo". Olha que lindeza!
Quadro do amor
Já faz tempo que eu quero fazer uma mão de cera e personalizar do jeito que está na minha cabeça; já faz tempo que eu quero uma semi-jóia da J.M.; já faz tempo que eu quero fazer o molde de uma blusa linda que saiu na Manequim; já faz tempo que eu tenho que voltar pra minha dieta. Agora, vi esse quadro de coração que, óbvio, quero fazer também. E o mais rápido que eu puder pra não entrar na lista dos "já faz tempo". Olha que lindeza!
'O vendedor de sonhos'
Não sei o que tanto falaram deste livro. Juro que não sei. Não achei a liga da história até agora. Fui até o fim porque tenho sérios problemas de parar as coisas pela metade. Um tipo de TOC, eu sei. Ficção com pitadas de realidade muito forçada e manjada. O autor apela para chegar aos finalmentes que ele deseja. É como se ele desse um roteiro programado. O pior de tudo é que sabemos aonde aquilo tudo vai dar. Não é uma passagem cíclica ou algo criativo, saca? Nesse ponto, Jose Saramago é o mestre dos mestres. Pela sinopse, achei que eu tiraria alguma coisa boa de lição de vida ou auto-ajuda. Na verdade, além de uma frase colocada num post anterior da semana passada, tirei uma passagem. Só. Ah! Tirei três erros de português também. Não que eu seja A suprasumo da língua, mas - como eu mesma dizia em todas as agênias pelas quais eu passei - EU NÃO SOU REVISORA E NÃO ESTUDEI PRA ISSO.
A pontada poética que autor sentiu no meio do texto: "A vida é longuíssima para se errar, mas assombrosamente curta para se viver. A consciência da brevidade da vida perturba a vaidade dos meus neurônios e me faz ver que sou um caminhante que cintila nas curvas da existência e se dissipa aos primeiros raios do tempo. Nesse breve intervalo entre cintilar e dissipar, ando à procura de que, sou. Procurei-me em muitos lugares, mas me achei num lugar anônimo, no único lugar onde as vaias e os aplausos são a mesma coisa, o único lugar onde ninguém pode entrar sem permirtirmos, nem nós mesmo.
Ah! Se eu pudesse retornar no tempo! Conquistaria menos poder e teria mais poder em conquistar. Beberia algumas doses de irresponsabilidade, me colocaria menos como aparelho de resolver problemas e me permitiria relaxar, pensar no abstrato, refletir sobre os mistérios que nos cercam.
Se eu pudesse retornar no tempo procuraria meus amigos da juventude. Onde estão? Quem está vivo? Eu os procuraria e reviveria as experiências singelas colhidas no jardim da simplidade, onde não havia ervas daninhas do status nem a sedução do poder financeiro.
Se eu pudesse retornar, daria mais telefonemas para a mulher da minha vida nos intervalos das reuniões. Procuraria ser um profissional mais estúpido e um amante mais intenso. Seria mais bem-humorado e menos pragmático; menos lógico e mais romântico. Diria mais vezes "eu te amo!". Reconheceria sem medo: "perdoe-me por tropcá-la pelas reuniões de trabalho! Não desista de mim".
Se eu pudesse retornar, daria mais telefonemas para a mulher da minha vida nos intervalos das reuniões. Procuraria ser um profissional mais estúpido e um amante mais intenso. Seria mais bem-humorado e menos pragmático; menos lógico e mais romântico. Diria mais vezes "eu te amo!". Reconheceria sem medo: "perdoe-me por tropcá-la pelas reuniões de trabalho! Não desista de mim".
'O vendedor de sonhos'
Não sei o que tanto falaram deste livro. Juro que não sei. Não achei a liga da história até agora. Fui até o fim porque tenho sérios problemas de parar as coisas pela metade. Um tipo de TOC, eu sei. Ficção com pitadas de realidade muito forçada e manjada. O autor apela para chegar aos finalmentes que ele deseja. É como se ele desse um roteiro programado. O pior de tudo é que sabemos aonde aquilo tudo vai dar. Não é uma passagem cíclica ou algo criativo, saca? Nesse ponto, Jose Saramago é o mestre dos mestres. Pela sinopse, achei que eu tiraria alguma coisa boa de lição de vida ou auto-ajuda. Na verdade, além de uma frase colocada num post anterior da semana passada, tirei uma passagem. Só. Ah! Tirei três erros de português também. Não que eu seja A suprasumo da língua, mas - como eu mesma dizia em todas as agênias pelas quais eu passei - EU NÃO SOU REVISORA E NÃO ESTUDEI PRA ISSO.
A pontada poética que autor sentiu no meio do texto: "A vida é longuíssima para se errar, mas assombrosamente curta para se viver. A consciência da brevidade da vida perturba a vaidade dos meus neurônios e me faz ver que sou um caminhante que cintila nas curvas da existência e se dissipa aos primeiros raios do tempo. Nesse breve intervalo entre cintilar e dissipar, ando à procura de que, sou. Procurei-me em muitos lugares, mas me achei num lugar anônimo, no único lugar onde as vaias e os aplausos são a mesma coisa, o único lugar onde ninguém pode entrar sem permirtirmos, nem nós mesmo.
Ah! Se eu pudesse retornar no tempo! Conquistaria menos poder e teria mais poder em conquistar. Beberia algumas doses de irresponsabilidade, me colocaria menos como aparelho de resolver problemas e me permitiria relaxar, pensar no abstrato, refletir sobre os mistérios que nos cercam.
Se eu pudesse retornar no tempo procuraria meus amigos da juventude. Onde estão? Quem está vivo? Eu os procuraria e reviveria as experiências singelas colhidas no jardim da simplidade, onde não havia ervas daninhas do status nem a sedução do poder financeiro.
Se eu pudesse retornar, daria mais telefonemas para a mulher da minha vida nos intervalos das reuniões. Procuraria ser um profissional mais estúpido e um amante mais intenso. Seria mais bem-humorado e menos pragmático; menos lógico e mais romântico. Diria mais vezes "eu te amo!". Reconheceria sem medo: "perdoe-me por tropcá-la pelas reuniões de trabalho! Não desista de mim".
Se eu pudesse retornar, daria mais telefonemas para a mulher da minha vida nos intervalos das reuniões. Procuraria ser um profissional mais estúpido e um amante mais intenso. Seria mais bem-humorado e menos pragmático; menos lógico e mais romântico. Diria mais vezes "eu te amo!". Reconheceria sem medo: "perdoe-me por tropcá-la pelas reuniões de trabalho! Não desista de mim".
quarta-feira, 10 de março de 2010
Maria Cristina Belluci
Não dá pra resistir estas lindezas de jóias feitas de fragmentos de lápis coloridos. MÁ-XI-MOOOOO!!! E a criatividade, então. Adoro pessoas criativas.
Quer mais? (AQUI)
Maria Cristina Belluci
Não dá pra resistir estas lindezas de jóias feitas de fragmentos de lápis coloridos. MÁ-XI-MOOOOO!!! E a criatividade, então. Adoro pessoas criativas.
Quer mais? (AQUI)
Mais um que vai embora cedo
Corey Haim, aos 38 anos, é encontrado morto no dia de hoje. Motivo: overdose. Quanto mais essa moçada tem tudo pra dar certo, mas eles se autodestroem.
Chegou a publicar o anúncio acima, em revistas de circulação nacional nos Estados Unidos, se oferecendo para trabalhar.
Mais um que vai embora cedo
Corey Haim, aos 38 anos, é encontrado morto no dia de hoje. Motivo: overdose. Quanto mais essa moçada tem tudo pra dar certo, mas eles se autodestroem.
Chegou a publicar o anúncio acima, em revistas de circulação nacional nos Estados Unidos, se oferecendo para trabalhar.
terça-feira, 9 de março de 2010
Do idiota do goleiro do Flamengo
"Ele é ser humano e tem sentimentos. Qual de vocês que é casado que nunca brigou com a mulher, que nunca discutiu, que nunca saiu na mão com uma mulher? Não tem jeito. Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher", afirmou o goleiro do Flamengo, defendendo Adriano, o tal do imperador que joga no mesmo time, sobre a briga que este último teve com a atual namorada.
A sociedade está esquecendo de seus valores ou eu que sou muito quadrada?
P.S. 2: ah! e parabéns pelo Dia Internacional da Mulher (dele). I-DI-O-TA.
Do idiota do goleiro do Flamengo
"Ele é ser humano e tem sentimentos. Qual de vocês que é casado que nunca brigou com a mulher, que nunca discutiu, que nunca saiu na mão com uma mulher? Não tem jeito. Em briga de marido e mulher ninguém mete a colher", afirmou o goleiro do Flamengo, defendendo Adriano, o tal do imperador que joga no mesmo time, sobre a briga que este último teve com a atual namorada.
A sociedade está esquecendo de seus valores ou eu que sou muito quadrada?
P.S. 2: ah! e parabéns pelo Dia Internacional da Mulher (dele). I-DI-O-TA.
O início
Assistir ao 'Massacre da serra elétrica - O Início' não foi fácil. Em matéria de violência, ele é bem mais pesado do que o segundo (cito a refilmagem do roteiro de 74). Em contrapartida, o ator do segundo é mil vezes mais assustador que o primeiro. Vai entender. Aguentei firme e forte para matar minha curiosidade a respeito da mente insana de Thomas Hewitt. Como pode ter existido um cara assim? É demais de insano.
(The Texas Chainsaw Massacre: The Beginning, EUA, 2006) Direção: Sheldon Turner
Roteiro: Sheldon Turner e David J. Schow
Produção: Michael Bay; Mike Fleiss; Andrew Form; Bradley Fuller; Kim Henkel; Tobe Hooper
Produção Executiva: Jeffrey Allard; Toby Emmerich; Mark Ordesky; Guy Stodel; Robert Kuhn
Fotografia: Lukas Ettlin
Desenho de Produção: Marco Rubeo
Direção de Arte: John Frick
Edição: Jonathan Chibnall; Jim May; Joel Negron
Música: Steve Jablonsky
Figurino: Marian Ceo
Elenco: Jordana Brewster (Chrissie); Taylor Handley (Dean); Diora Baird (Bailey); Matthew Bomer (Eric); Lee Tergesen (Holden); R. Lee Ermey (Charlie Hewitt, Jr./Xerife Hoyt); Andrew Bryniarski (Thomas Hewitt/Leatherface); Terrence Evans (Monty); Kathy Lamkin; Marietta Marich (Luda Mae Hewitt); Cyia Batten (Alex); Lew Temple (Xerife Winston Hoyt); L.A. Calkins (Sloane); Tim De Zarn (Ed); Emily Kaye (ladra da moto); John Larroquette (narrador); Marcus H. Nelson (Lackey)
Roteiro: Sheldon Turner e David J. Schow
Produção: Michael Bay; Mike Fleiss; Andrew Form; Bradley Fuller; Kim Henkel; Tobe Hooper
Produção Executiva: Jeffrey Allard; Toby Emmerich; Mark Ordesky; Guy Stodel; Robert Kuhn
Fotografia: Lukas Ettlin
Desenho de Produção: Marco Rubeo
Direção de Arte: John Frick
Edição: Jonathan Chibnall; Jim May; Joel Negron
Música: Steve Jablonsky
Figurino: Marian Ceo
Elenco: Jordana Brewster (Chrissie); Taylor Handley (Dean); Diora Baird (Bailey); Matthew Bomer (Eric); Lee Tergesen (Holden); R. Lee Ermey (Charlie Hewitt, Jr./Xerife Hoyt); Andrew Bryniarski (Thomas Hewitt/Leatherface); Terrence Evans (Monty); Kathy Lamkin; Marietta Marich (Luda Mae Hewitt); Cyia Batten (Alex); Lew Temple (Xerife Winston Hoyt); L.A. Calkins (Sloane); Tim De Zarn (Ed); Emily Kaye (ladra da moto); John Larroquette (narrador); Marcus H. Nelson (Lackey)
Fiz algumas pesquisas sobre o assunto, porque não entrava na minha cabeça como um assassinato desse tipo não foi preso, julgado e condenado à morte, afinal, sendo o filme uma história real, nada consta sobre isso. Encontrei sua verdadeira história: na vida real, Thomas Hewitt é Ed Gein, nascido em 27 de agosto de 1906. Morreu de insuficiência respiratória e problemas cardiológicos devido a um câncer, na data de 26 de julho de 1984, em um hospital para doentes mentais. Seu túmulo sofre vandalismo frequentemente até hoje. Sua sepultura está em um museu na cidade de Wisconsin, depois de ter sido roubada em 2000 e achada em Seatle em 2001. Quem seria o louco pra roubar a bendita lápide do serial killer? Osama Bin Laden?
P.S.: para saber mais (AQUI)
O início
Assistir ao 'Massacre da serra elétrica - O Início' não foi fácil. Em matéria de violência, ele é bem mais pesado do que o segundo (cito a refilmagem do roteiro de 74). Em contrapartida, o ator do segundo é mil vezes mais assustador que o primeiro. Vai entender. Aguentei firme e forte para matar minha curiosidade a respeito da mente insana de Thomas Hewitt. Como pode ter existido um cara assim? É demais de insano.
(The Texas Chainsaw Massacre: The Beginning, EUA, 2006) Direção: Sheldon Turner
Roteiro: Sheldon Turner e David J. Schow
Produção: Michael Bay; Mike Fleiss; Andrew Form; Bradley Fuller; Kim Henkel; Tobe Hooper
Produção Executiva: Jeffrey Allard; Toby Emmerich; Mark Ordesky; Guy Stodel; Robert Kuhn
Fotografia: Lukas Ettlin
Desenho de Produção: Marco Rubeo
Direção de Arte: John Frick
Edição: Jonathan Chibnall; Jim May; Joel Negron
Música: Steve Jablonsky
Figurino: Marian Ceo
Elenco: Jordana Brewster (Chrissie); Taylor Handley (Dean); Diora Baird (Bailey); Matthew Bomer (Eric); Lee Tergesen (Holden); R. Lee Ermey (Charlie Hewitt, Jr./Xerife Hoyt); Andrew Bryniarski (Thomas Hewitt/Leatherface); Terrence Evans (Monty); Kathy Lamkin; Marietta Marich (Luda Mae Hewitt); Cyia Batten (Alex); Lew Temple (Xerife Winston Hoyt); L.A. Calkins (Sloane); Tim De Zarn (Ed); Emily Kaye (ladra da moto); John Larroquette (narrador); Marcus H. Nelson (Lackey)
Roteiro: Sheldon Turner e David J. Schow
Produção: Michael Bay; Mike Fleiss; Andrew Form; Bradley Fuller; Kim Henkel; Tobe Hooper
Produção Executiva: Jeffrey Allard; Toby Emmerich; Mark Ordesky; Guy Stodel; Robert Kuhn
Fotografia: Lukas Ettlin
Desenho de Produção: Marco Rubeo
Direção de Arte: John Frick
Edição: Jonathan Chibnall; Jim May; Joel Negron
Música: Steve Jablonsky
Figurino: Marian Ceo
Elenco: Jordana Brewster (Chrissie); Taylor Handley (Dean); Diora Baird (Bailey); Matthew Bomer (Eric); Lee Tergesen (Holden); R. Lee Ermey (Charlie Hewitt, Jr./Xerife Hoyt); Andrew Bryniarski (Thomas Hewitt/Leatherface); Terrence Evans (Monty); Kathy Lamkin; Marietta Marich (Luda Mae Hewitt); Cyia Batten (Alex); Lew Temple (Xerife Winston Hoyt); L.A. Calkins (Sloane); Tim De Zarn (Ed); Emily Kaye (ladra da moto); John Larroquette (narrador); Marcus H. Nelson (Lackey)
Fiz algumas pesquisas sobre o assunto, porque não entrava na minha cabeça como um assassinato desse tipo não foi preso, julgado e condenado à morte, afinal, sendo o filme uma história real, nada consta sobre isso. Encontrei sua verdadeira história: na vida real, Thomas Hewitt é Ed Gein, nascido em 27 de agosto de 1906. Morreu de insuficiência respiratória e problemas cardiológicos devido a um câncer, na data de 26 de julho de 1984, em um hospital para doentes mentais. Seu túmulo sofre vandalismo frequentemente até hoje. Sua sepultura está em um museu na cidade de Wisconsin, depois de ter sido roubada em 2000 e achada em Seatle em 2001. Quem seria o louco pra roubar a bendita lápide do serial killer? Osama Bin Laden?
P.S.: para saber mais (AQUI)
Cola do jardim da infância
A idéia é trazer à tona tudo o que combina com o universo de 'Alice no país das maravilhas'. Por causa do filme, lógico. Só se fala nisso. Por outro lado, vejo estes biscoitos e acho todos lindos, porém, não os comeria. Tenho a sensação de que todos são feitos com aquelas colas coloridas que eu brincava na minha infância. Parece que, assim que eu coloca-los na boca, o recheio vai pegar na boca inteira. Ai, que aflição! Ainda prefiro a Bonno, toda de chocolate e que não deixa dúvidas.
Cola do jardim da infância
A idéia é trazer à tona tudo o que combina com o universo de 'Alice no país das maravilhas'. Por causa do filme, lógico. Só se fala nisso. Por outro lado, vejo estes biscoitos e acho todos lindos, porém, não os comeria. Tenho a sensação de que todos são feitos com aquelas colas coloridas que eu brincava na minha infância. Parece que, assim que eu coloca-los na boca, o recheio vai pegar na boca inteira. Ai, que aflição! Ainda prefiro a Bonno, toda de chocolate e que não deixa dúvidas.
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