A diferença é sentida com o passar dos dias, dos banhos e de tudo aquilo que pode ser capaz de tirar o esmalte das unhas (fora o próprio removedor de esmaltes). Pela primeira vez, usei o esmalte da marca Vogue. Isso aconteceu no sábado pela manhã. Pasme! Ainda estou com ele impregnado nas unhas. E lindo! E brilhando! Quando falo que eu só queria ir até ali pra comprar shampoo, não é exagero, não! Os cosmético e produtos de beleza produzidos por marcas internacionalmente conhecidas tem uma qualidade maior. Não é intriga. É experiência.
Vem CÁ que tem de tudo um pouco; vem AQUI que esse pouco tem muito pra contar. Cá Aqui também é o espaço da loja online da Annie Way - www.anieway.com.br
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A olho nu
A diferença é sentida com o passar dos dias, dos banhos e de tudo aquilo que pode ser capaz de tirar o esmalte das unhas (fora o próprio removedor de esmaltes). Pela primeira vez, usei o esmalte da marca Vogue. Isso aconteceu no sábado pela manhã. Pasme! Ainda estou com ele impregnado nas unhas. E lindo! E brilhando! Quando falo que eu só queria ir até ali pra comprar shampoo, não é exagero, não! Os cosmético e produtos de beleza produzidos por marcas internacionalmente conhecidas tem uma qualidade maior. Não é intriga. É experiência.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Quando Nietzsche chorou
Este livro estava na minha frente havia semanas. Sem tempo de nada, resolvi ficar com déficit de sono também. Ainda mais quando uma história é tão envolvente como esta. Um misto de romance com fatos reais, o autor e psicólogo Irvin D. Yalom, mostra aquilo que foi o início do pensamento em psicanálise, com os encontros entre Breuer e o próprio Nietzsche - cuja história diz que nunca existiu - acrescidos às reais visitas de Freud ao Dr. Josef Breuer (sim, isso existiu de verdade segundo relatos da época de 1880). Nesse mix, o autor constrói uma narrativa brilhante, consisa e emocionante. Valeu a pena desequilibrar a balança por alguns minutos.
- Sinopse
Esta é uma envolvente mescla de fato e ficção, um drama de amor, fé e vontade tendo por pano de fundo o fermento intelectual da Viena do século XIX às vésperas do nascimento da psicanálise. Friedrich Nietzsche, o maior filósofo da Europa... Josef Breuer, um dos pais da psicanálise... um pacto secreto... um jovem médico interno de hospital chamado Sigmund Freud: esses elementos se combinam para criar a saga inesquecível de um relacionamento imaginário entre um extraordinário paciente e um terapeuta talentoso. Na abertura deste romance irresistível, a inatingível Lou Salomé roga a Breuer que ajude a tratar o desespero suicida de Nietzsche mediante sua experimental terapia através da conversa. Ao aceitar relutante a tarefa, o eminente médico realiza uma grande descoberta: somente encarando seus próprios demônios internos poderá começar a ajudar seu paciente. Assim, dois homens brilhantes e enigmáticos mergulham nas profundezas de suas próprias obsessões românticas e descobrem o poder redentor da amizade.
Quando Nietzsche chorou
Este livro estava na minha frente havia semanas. Sem tempo de nada, resolvi ficar com déficit de sono também. Ainda mais quando uma história é tão envolvente como esta. Um misto de romance com fatos reais, o autor e psicólogo Irvin D. Yalom, mostra aquilo que foi o início do pensamento em psicanálise, com os encontros entre Breuer e o próprio Nietzsche - cuja história diz que nunca existiu - acrescidos às reais visitas de Freud ao Dr. Josef Breuer (sim, isso existiu de verdade segundo relatos da época de 1880). Nesse mix, o autor constrói uma narrativa brilhante, consisa e emocionante. Valeu a pena desequilibrar a balança por alguns minutos.
- Sinopse
Esta é uma envolvente mescla de fato e ficção, um drama de amor, fé e vontade tendo por pano de fundo o fermento intelectual da Viena do século XIX às vésperas do nascimento da psicanálise. Friedrich Nietzsche, o maior filósofo da Europa... Josef Breuer, um dos pais da psicanálise... um pacto secreto... um jovem médico interno de hospital chamado Sigmund Freud: esses elementos se combinam para criar a saga inesquecível de um relacionamento imaginário entre um extraordinário paciente e um terapeuta talentoso. Na abertura deste romance irresistível, a inatingível Lou Salomé roga a Breuer que ajude a tratar o desespero suicida de Nietzsche mediante sua experimental terapia através da conversa. Ao aceitar relutante a tarefa, o eminente médico realiza uma grande descoberta: somente encarando seus próprios demônios internos poderá começar a ajudar seu paciente. Assim, dois homens brilhantes e enigmáticos mergulham nas profundezas de suas próprias obsessões românticas e descobrem o poder redentor da amizade.
Casa Vogue - 2005
A limpeza continua. Não tão firme e forte como deveria ser, mas seguindo seu fluxo. E como eu tenho relíquia perdida nas profundezas da minha gaveta! MEO DEUS! Esta Casa Vogue de 2005 nem traz o mês na lombada. Tentei procurar no editorial e cadê? De mês não sabido, faço uma montagem daquilo que eu mais gostei.
1 - abajour com base e cerâmica de Helena Lunardelli e Flávia del Prá; 2 - bancos Vitória Régia, design Fernando e Humberto Campana; 3 - lustre italiano Electra, exclusivo da GRIFES&DESIGN; 4 - modular Planalto, design Silvio Romero para a Dpot; 5 - Fish Chair, Cappellini, design Satyendra Pakhalé; 6 - lavado da linha Loft, da Fabrimar; 7 - mesa de centro Ovni, design Silvio Romero para a Dpot; 8 - cabideiro, da Urseche.
9 - poltrona UP5 e pufe UP6 da série UP 2000, design Gaetano Pesce; 10 - mesa de saladas do restaurante Capim Santo; 11 - gaveiteiro escalonado da Ornare; 12 - poltrona Vanda, da Firma Casa; 13 - foto de Paulo Fridman; 14 - poltrona Sumô, da Érea; 15 - cadeira de balanço Segesta, da Casa Matriz; 16 - bagaceiras do mercado livre Ver o Peso, em Belém; 17 - banco em pátina, da Wood´s.
18 - detalhe das inscrições ao redor do espelho, de Silvania Ceccatto; 19 - poltrona Igloo, Cappellini, design de Ola Rune; 20 - poltrona em patchwork, da designer e fashionista Roxanne Duchini; 21 - ensaio brasileiro; 22 - poltrona Classic, design Charles Eames para a Etna; 23 - olha o fusca aí de novo! Mostra o quanto gosto do ar vintage; 24 - pedaços de chita.
Casa Vogue - 2005
A limpeza continua. Não tão firme e forte como deveria ser, mas seguindo seu fluxo. E como eu tenho relíquia perdida nas profundezas da minha gaveta! MEO DEUS! Esta Casa Vogue de 2005 nem traz o mês na lombada. Tentei procurar no editorial e cadê? De mês não sabido, faço uma montagem daquilo que eu mais gostei.
1 - abajour com base e cerâmica de Helena Lunardelli e Flávia del Prá; 2 - bancos Vitória Régia, design Fernando e Humberto Campana; 3 - lustre italiano Electra, exclusivo da GRIFES&DESIGN; 4 - modular Planalto, design Silvio Romero para a Dpot; 5 - Fish Chair, Cappellini, design Satyendra Pakhalé; 6 - lavado da linha Loft, da Fabrimar; 7 - mesa de centro Ovni, design Silvio Romero para a Dpot; 8 - cabideiro, da Urseche.
9 - poltrona UP5 e pufe UP6 da série UP 2000, design Gaetano Pesce; 10 - mesa de saladas do restaurante Capim Santo; 11 - gaveiteiro escalonado da Ornare; 12 - poltrona Vanda, da Firma Casa; 13 - foto de Paulo Fridman; 14 - poltrona Sumô, da Érea; 15 - cadeira de balanço Segesta, da Casa Matriz; 16 - bagaceiras do mercado livre Ver o Peso, em Belém; 17 - banco em pátina, da Wood´s.
18 - detalhe das inscrições ao redor do espelho, de Silvania Ceccatto; 19 - poltrona Igloo, Cappellini, design de Ola Rune; 20 - poltrona em patchwork, da designer e fashionista Roxanne Duchini; 21 - ensaio brasileiro; 22 - poltrona Classic, design Charles Eames para a Etna; 23 - olha o fusca aí de novo! Mostra o quanto gosto do ar vintage; 24 - pedaços de chita.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Sanctum
Vá assistir, vá assistir, vá assitir! Nunca senti tanta falta de ar. E não foi pelo fato de o roteiro ser maravilhoso (como o é realmente). O ar simplesmente não vem. A experiência é tão real (a julgar pela tecnologia 3D) que parece que estamos lá, no fundo do mar. Até ouvi um “calma, amor”, de tanto que eu me mexia na cadeira. Siricuticos constantes a cada minuto em que eu lembrava que, cada cena, diante dos meus olhos, é pura história real. Sabia que um dos roteiristas é um sobrevivente? Entende o motivo da emoção ser redobrada? Ação com tiquinhos de suspense em vários momentos. Valeu os R$29,00 pagos pelo ingresso no Shopping Cidade Jardim. Xinguei no começo, Ó-B-V-I-O! Quando saí da sala 7, já tinha esquecido tudo referente ao preço. Quero ver de novo e dar pausa no momento em que o mapa da caverna é mostrado. Fotografia nota mil! Também, não é pra menos quando, na capa do pôster, vemos o nome de James Cameron. Vale cada centavo, ou suspiro, ou tomada de ar! Como preferir.
SINOPSE:
O experiente mergulhador Frank McGuire (Richard Roxburgh) já tinha explorado as cavernas do South Pacific Esa anteriormente, mas uma tempestade tropical forçou ele e sua equipe, que inclui seu filho Josh (Rhys Wakefield) e o economista Carl (Ioan Gruffudd), a mudar a rota de saída em direção ao mar, fazendo com que eles fossem mais fundo, por dentro de um labirinto de cavernas subaquáticas, para sobreviver. Eles não têm muito tempo. A dúvida é saber se conseguirão sobreviver para contar esta história.
Palhinha de 02:28
Palhinha de 02:28
P.S.: a prova de que, quando o roteiro é magnífico, não é preciso um grupo de atores da calçada da fama. Cada vez mais sou fã de James Cameron. Cada vez mais!
Sanctum
Vá assistir, vá assistir, vá assitir! Nunca senti tanta falta de ar. E não foi pelo fato de o roteiro ser maravilhoso (como o é realmente). O ar simplesmente não vem. A experiência é tão real (a julgar pela tecnologia 3D) que parece que estamos lá, no fundo do mar. Até ouvi um “calma, amor”, de tanto que eu me mexia na cadeira. Siricuticos constantes a cada minuto em que eu lembrava que, cada cena, diante dos meus olhos, é pura história real. Sabia que um dos roteiristas é um sobrevivente? Entende o motivo da emoção ser redobrada? Ação com tiquinhos de suspense em vários momentos. Valeu os R$29,00 pagos pelo ingresso no Shopping Cidade Jardim. Xinguei no começo, Ó-B-V-I-O! Quando saí da sala 7, já tinha esquecido tudo referente ao preço. Quero ver de novo e dar pausa no momento em que o mapa da caverna é mostrado. Fotografia nota mil! Também, não é pra menos quando, na capa do pôster, vemos o nome de James Cameron. Vale cada centavo, ou suspiro, ou tomada de ar! Como preferir.
SINOPSE:
O experiente mergulhador Frank McGuire (Richard Roxburgh) já tinha explorado as cavernas do South Pacific Esa anteriormente, mas uma tempestade tropical forçou ele e sua equipe, que inclui seu filho Josh (Rhys Wakefield) e o economista Carl (Ioan Gruffudd), a mudar a rota de saída em direção ao mar, fazendo com que eles fossem mais fundo, por dentro de um labirinto de cavernas subaquáticas, para sobreviver. Eles não têm muito tempo. A dúvida é saber se conseguirão sobreviver para contar esta história.
Palhinha de 02:28
Palhinha de 02:28
P.S.: a prova de que, quando o roteiro é magnífico, não é preciso um grupo de atores da calçada da fama. Cada vez mais sou fã de James Cameron. Cada vez mais!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
La Pastina from Peru
Pelo nome, achei que toda a linha La Pastina tivesse origem italiana. Engano meu. Só percebi quando fui pesquisar um dos produtos para compartilhar aqui, no Cá Aqui. O negócio é "so yummy" que merecia um post. São vegetais na brasa, conservados em óleo de girassol. Fica bom se servidos como antepasto e colocados em cima de uma torrada, em uma fatia de pão de forma ou num belo pedaço de pão italiano mesmo. Podem ser encontrados no Pão de Açúcar. Delícia!!!!
La Pastina from Peru
Pelo nome, achei que toda a linha La Pastina tivesse origem italiana. Engano meu. Só percebi quando fui pesquisar um dos produtos para compartilhar aqui, no Cá Aqui. O negócio é "so yummy" que merecia um post. São vegetais na brasa, conservados em óleo de girassol. Fica bom se servidos como antepasto e colocados em cima de uma torrada, em uma fatia de pão de forma ou num belo pedaço de pão italiano mesmo. Podem ser encontrados no Pão de Açúcar. Delícia!!!!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Embratur e Artplan
A ideia da Artplan para a Embratur é Ó-TE-MA. Para divulgar o Brasil aos estrangeiros, a agência criou uma peça que, ao ser tocada, é automaticamente aquecida. Tudo a ver com o slogan ‘Feel the warmth of Brasil’ (com s mesmo). Tecnologia a favor do turismo. E a agência soube usar dessa inovacão para criar algo inusitado. A divulgação será feita por toda a Europa. Começou em Milão. ITALY!
Embratur e Artplan
A ideia da Artplan para a Embratur é Ó-TE-MA. Para divulgar o Brasil aos estrangeiros, a agência criou uma peça que, ao ser tocada, é automaticamente aquecida. Tudo a ver com o slogan ‘Feel the warmth of Brasil’ (com s mesmo). Tecnologia a favor do turismo. E a agência soube usar dessa inovacão para criar algo inusitado. A divulgação será feita por toda a Europa. Começou em Milão. ITALY!
Um cachorro na entrevista
Rodar a cidade de São Paulo a procura de emprego é uma tarefa árdua. Imagine, então, quando essa tarefa é acrescida ao fato de você ser recebida pelo coiote da empresa, no caso, um lhasa apso bem mau encarado. Já li inúmeros estudos que apontam o quanto os bichos de estimação fazem bem ao ambiente de trabalho, contribuindo para produtividade dos funcionários e blábláblá. Por mais que eu não concorde com esse tipo de procedimento por parte dos donos das empresas, quem sou eu, mísera peona em busca do lerê-lerê de todos os dias? E sigo em frente. Toco a campainha. Ninguém atende. Toco novamente. Uma senhora atende o interfone e, ao invés de falar olá, diz: “-Dá uma licencinha que vai sair um carro, por favor?”. Eu pergunto a ela: “-Posso entrar assim que o carro sair?”. Fico no vácuo. Tu-tu-tu-tu. Entro sem pensar duas vezes. No corredor, o bendito coiote com sua mandíbula inferior avançada (não dou sorte com os lhasas. Minha cunhada tem um que vive latindo pra mim, principalmente quando coloco meu pijama laranja). Só que, nesse caso, os latidos me deixaram sem graça ao invés de irritada. Quem sabe se o cachorro é uma prova de contratação, ou não, do novo funcionário e o número de latidos tem significado especial!? Por exemplo: cinco latidos e a pessoa não presta; quatro latidos e a pessoa presta só um pouquinho; três latidos e ela se torna suportável; dois latidos quer dizer que a cor do sapato não combina com o modelito; e um latido é charme, aquele tipo que é pra chamar atenção. Sei lá! Ainda tentei fazer um nhenhenhem com o bichano. O que recebi em troca foi mais latinos. E ainda dizem que a raça pertencia aos nobres e monges do Tibet. Pergunto: como é que eles conseguiam meditar? Foi então que resolvi ficar parada até que alguma boa alma viesse me salvar. Alguém, alguém? Eis que surge a senhora do interfone que, sem olhar pra minha cara, foi logo pegando o cão, enquanto murmurava algo como “malvado, malvado, malvado… vou te deixar trancado”. O passo seguinte, além de esperar o entrevistador, foi tentar captar a quantidade de câmeras que tinha presenciado aquela cena toda. Será que alguém viu? Será que o cão coiote aprovou a minha entrevista?
Um cachorro na entrevista
Rodar a cidade de São Paulo a procura de emprego é uma tarefa árdua. Imagine, então, quando essa tarefa é acrescida ao fato de você ser recebida pelo coiote da empresa, no caso, um lhasa apso bem mau encarado. Já li inúmeros estudos que apontam o quanto os bichos de estimação fazem bem ao ambiente de trabalho, contribuindo para produtividade dos funcionários e blábláblá. Por mais que eu não concorde com esse tipo de procedimento por parte dos donos das empresas, quem sou eu, mísera peona em busca do lerê-lerê de todos os dias? E sigo em frente. Toco a campainha. Ninguém atende. Toco novamente. Uma senhora atende o interfone e, ao invés de falar olá, diz: “-Dá uma licencinha que vai sair um carro, por favor?”. Eu pergunto a ela: “-Posso entrar assim que o carro sair?”. Fico no vácuo. Tu-tu-tu-tu. Entro sem pensar duas vezes. No corredor, o bendito coiote com sua mandíbula inferior avançada (não dou sorte com os lhasas. Minha cunhada tem um que vive latindo pra mim, principalmente quando coloco meu pijama laranja). Só que, nesse caso, os latidos me deixaram sem graça ao invés de irritada. Quem sabe se o cachorro é uma prova de contratação, ou não, do novo funcionário e o número de latidos tem significado especial!? Por exemplo: cinco latidos e a pessoa não presta; quatro latidos e a pessoa presta só um pouquinho; três latidos e ela se torna suportável; dois latidos quer dizer que a cor do sapato não combina com o modelito; e um latido é charme, aquele tipo que é pra chamar atenção. Sei lá! Ainda tentei fazer um nhenhenhem com o bichano. O que recebi em troca foi mais latinos. E ainda dizem que a raça pertencia aos nobres e monges do Tibet. Pergunto: como é que eles conseguiam meditar? Foi então que resolvi ficar parada até que alguma boa alma viesse me salvar. Alguém, alguém? Eis que surge a senhora do interfone que, sem olhar pra minha cara, foi logo pegando o cão, enquanto murmurava algo como “malvado, malvado, malvado… vou te deixar trancado”. O passo seguinte, além de esperar o entrevistador, foi tentar captar a quantidade de câmeras que tinha presenciado aquela cena toda. Será que alguém viu? Será que o cão coiote aprovou a minha entrevista?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Made in Bahia
Quem acompanha os posts das revistas de decoração que jogo fora quando sou obrigada a fazer uma limpa no meu quarto, porque, vez ou outra, sou ou minhas tralhas lá dentro, pode perceber que sou fã de cadeiras, poltronas, sofás e tudo o mais que é possível sentar. Foi aí que achei essa poltrona, feita com 5 mil fitinhas do Senhor do Bonfim, pelo estúdio de design de móveis 20age. Ela ficou tão arretada que foi exposta na famosérrima London Design Festival. Também, não era pra menos, né? Dá uma olhada no detalhe do trabalho. E QUE TRABALHO!!!
Made in Bahia
Quem acompanha os posts das revistas de decoração que jogo fora quando sou obrigada a fazer uma limpa no meu quarto, porque, vez ou outra, sou ou minhas tralhas lá dentro, pode perceber que sou fã de cadeiras, poltronas, sofás e tudo o mais que é possível sentar. Foi aí que achei essa poltrona, feita com 5 mil fitinhas do Senhor do Bonfim, pelo estúdio de design de móveis 20age. Ela ficou tão arretada que foi exposta na famosérrima London Design Festival. Também, não era pra menos, né? Dá uma olhada no detalhe do trabalho. E QUE TRABALHO!!!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Melissa Time Code
Eu não fui. Aliás, quando a oportunidade de ir ao SPFW passou raspando, os ingressos para imprensa já haviam sido distribuídos. TO-DOS. Fiquei passada! Já tinha, inclusive, pensado no modelito fashion pra encarar os transeuntes do Anhembi (entenda-se por fashion algo como pretinho-básico-não-tem-erro). Infelicidades a parte, o fato é que sigo alguns twitters de moda e vi um post que A-M-E-I: o stand da Melissa. A proposta é o máximo, assim como a loja da Oscar Freire (sempre que entro fico de queixo caído). Acho lindo! Difícil sair sem nada nas mãos. Nessa edição da semana de moda, para o lançamento da coleção Melissa Time Code, a marca veio com uma proposta de lounge todo espelhado para refletir melissas por todos os lados. Coisa bela. A foto da melissa, modelo oxford é o must have de tudo. Plástico chique é com eles.
P.S.: esta de plástico transparente foi brinde. Quem gostou, junte-se a mim em uma corrente que emanará fortes pensamentos positivos para que a marca tenha piedade de seus consumidores e faça uma igualzinho para a venda.
Melissa Time Code
Eu não fui. Aliás, quando a oportunidade de ir ao SPFW passou raspando, os ingressos para imprensa já haviam sido distribuídos. TO-DOS. Fiquei passada! Já tinha, inclusive, pensado no modelito fashion pra encarar os transeuntes do Anhembi (entenda-se por fashion algo como pretinho-básico-não-tem-erro). Infelicidades a parte, o fato é que sigo alguns twitters de moda e vi um post que A-M-E-I: o stand da Melissa. A proposta é o máximo, assim como a loja da Oscar Freire (sempre que entro fico de queixo caído). Acho lindo! Difícil sair sem nada nas mãos. Nessa edição da semana de moda, para o lançamento da coleção Melissa Time Code, a marca veio com uma proposta de lounge todo espelhado para refletir melissas por todos os lados. Coisa bela. A foto da melissa, modelo oxford é o must have de tudo. Plástico chique é com eles.
P.S.: esta de plástico transparente foi brinde. Quem gostou, junte-se a mim em uma corrente que emanará fortes pensamentos positivos para que a marca tenha piedade de seus consumidores e faça uma igualzinho para a venda.
Vida de freela da p#$%!
Posso estar enganada, mas acho muito difícil um freela ser efetivado na empresa em que presta serviço. Porque um profissional freelancer é tratado como uma peça a parte. A peça que está ali por um tempo determinado para apagar um fogo ou “salvar” uma situação atípica. O freelancer é visto como uma pessoa sem vínculos. Por isso, não tem e-mail, ramal e computador bom durante o período em que presta serviço alocado.
As informações essenciais não chegam até o freelancer. E não, não há nenhum processo de intuição que interage com aquilo que a agência tá careca de saber sobre a vida do cliente. Ainda não inventaram essa ação osmótica. Se a informação não chega, é concluído que ela não deveria chegar. Simples assim. Aí, no dia seguinte, todo o projeto está sendo mexido porque o freela não conceituou o projeto em cima da assinatura do cliente, por exemplo. Coisas desse tipo acontecem com frequência. O homem freelancer até tira de letra; a mulher se culpa por não ter chegado no perfeccionismo que colocou sua cabeça para dormir tranquilamente na noite anterior. Este devaneio todo é só pra dizer o que afirmei logo no primeiro parágrafo: acho muito difícil a efetivação de um freelancer. A proposta de emprego fixo, na maioria das vezes, vem de fora, de outro lugar. Não entendo essa cultura.
Vida de freela da p#$%!
Posso estar enganada, mas acho muito difícil um freela ser efetivado na empresa em que presta serviço. Porque um profissional freelancer é tratado como uma peça a parte. A peça que está ali por um tempo determinado para apagar um fogo ou “salvar” uma situação atípica. O freelancer é visto como uma pessoa sem vínculos. Por isso, não tem e-mail, ramal e computador bom durante o período em que presta serviço alocado.
As informações essenciais não chegam até o freelancer. E não, não há nenhum processo de intuição que interage com aquilo que a agência tá careca de saber sobre a vida do cliente. Ainda não inventaram essa ação osmótica. Se a informação não chega, é concluído que ela não deveria chegar. Simples assim. Aí, no dia seguinte, todo o projeto está sendo mexido porque o freela não conceituou o projeto em cima da assinatura do cliente, por exemplo. Coisas desse tipo acontecem com frequência. O homem freelancer até tira de letra; a mulher se culpa por não ter chegado no perfeccionismo que colocou sua cabeça para dormir tranquilamente na noite anterior. Este devaneio todo é só pra dizer o que afirmei logo no primeiro parágrafo: acho muito difícil a efetivação de um freelancer. A proposta de emprego fixo, na maioria das vezes, vem de fora, de outro lugar. Não entendo essa cultura.
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