Vem CÁ que tem de tudo um pouco; vem AQUI que esse pouco tem muito pra contar. Cá Aqui também é o espaço da loja online da Annie Way - www.anieway.com.br
terça-feira, 17 de maio de 2011
Francesca Villa
Só de entrar no site da designer já dá pra sacar que o negócio ali é bem diferente. Fiquei quase uma hora admirando as peças e sentindo a inspiração vintage no ar. Ai, ai...meu lado B está gritando sem parar. Ela é a minha dica da seção Trechos e Pedaços de hoje, porque merece, porque renova o velho, porque é mágica e poética.
fonte: revista Vogue Italia
Grande diferença
Sábado a tarde, eu e L. fomos comemorar o aniversário de um dos nossos amigos no restaurante japonês Matsuya (AQUI). Fiquei surpresa quando descobri que esse era o local onde eu mais gostava de comer há uns 6, 7 anos atrás. Comecei a imaginar o quanto que eu sairia rolando de lá. Infelizmente não foi o que aconteceu, porque a qualidade da comida e atendimento caiu bastante. A começar pela caipirinha de saquê que tinha gosto de tudo, menos do saquê. Quando L. pediu Shimeji, a surpresa: esse item estava fora do rodízio e seria cobrado a parte caso o cliente fizesse questão. Na boa, é o primeiro restaurante japonês em que vejo isso. Shimeji a parte é demais, não é? Muita calma nessa hora que não acabou por aí. Um dos casais que estava na mesa, não queria se empanturrar no hora do almoço, pois eles tinham festa a noite. Pediram um temaki fora do rodízio. E olha diferença na foto:
Muito óbvio dizer que, o maior, é o temaki que está fora do rodízio? Quero dizer: eu estou pagando para receber a mesma qualidade de quem está fora do rodízio. E pagando bem, por sinal. Se o restaurante acredita que essa forma de serviço dá prejuízo no caixa, que mude seu plano na forma de servir. Resultado: não apareço mais por lá.
Muito óbvio dizer que, o maior, é o temaki que está fora do rodízio? Quero dizer: eu estou pagando para receber a mesma qualidade de quem está fora do rodízio. E pagando bem, por sinal. Se o restaurante acredita que essa forma de serviço dá prejuízo no caixa, que mude seu plano na forma de servir. Resultado: não apareço mais por lá.
Grande diferença
Sábado a tarde, eu e L. fomos comemorar o aniversário de um dos nossos amigos no restaurante japonês Matsuya (AQUI). Fiquei surpresa quando descobri que esse era o local onde eu mais gostava de comer há uns 6, 7 anos atrás. Comecei a imaginar o quanto que eu sairia rolando de lá. Infelizmente não foi o que aconteceu, porque a qualidade da comida e atendimento caiu bastante. A começar pela caipirinha de saquê que tinha gosto de tudo, menos do saquê. Quando L. pediu Shimeji, a surpresa: esse item estava fora do rodízio e seria cobrado a parte caso o cliente fizesse questão. Na boa, é o primeiro restaurante japonês em que vejo isso. Shimeji a parte é demais, não é? Muita calma nessa hora que não acabou por aí. Um dos casais que estava na mesa, não queria se empanturrar no hora do almoço, pois eles tinham festa a noite. Pediram um temaki fora do rodízio. E olha diferença na foto:
Muito óbvio dizer que, o maior, é o temaki que está fora do rodízio? Quero dizer: eu estou pagando para receber a mesma qualidade de quem está fora do rodízio. E pagando bem, por sinal. Se o restaurante acredita que essa forma de serviço dá prejuízo no caixa, que mude seu plano na forma de servir. Resultado: não apareço mais por lá.
Muito óbvio dizer que, o maior, é o temaki que está fora do rodízio? Quero dizer: eu estou pagando para receber a mesma qualidade de quem está fora do rodízio. E pagando bem, por sinal. Se o restaurante acredita que essa forma de serviço dá prejuízo no caixa, que mude seu plano na forma de servir. Resultado: não apareço mais por lá.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Minha casa, minha alma
Descendo pelas escadarias, vi a capa de uma revista Bons Fluídos no lixo. Quando me certifiquei da data (mês passado, imagine?), logo peguei para ler. E aí que as coisas vem pra gente quando tem que vim, certo? Bem nesse momento em que, outra vez, me encontro naquele processo cíclico pelo qual todas as mulheres passam milhares de vezes ao ano. Li uma matéria da seção "Minha casa, minha alma", escrita pela consultora de feng shui Mariângela Pagano, e que teve muito a ver com esse momento introspectivo. Como o site da publicação não dá acesso à íntegra, resolvi colocar aqui e fazer parte da minha seção "Trechos e Pedaços" do dia.
Começos e recomeços
Quantas vezes experimentamos essa sensação em nossa vida, seja em nossos relacionamentos, em nossa profissão, seja depois de uma perda. No começo tudo parece muito, muito difícil. Mas, aos poucos, vamos direcionando nossos caminhos e nos damos conta de que dentro de nós existem grandes geradores de energia. O importante é saber acioná-los.
O medo do novo é natural, mas não deve ser paralisante. Podemos manobrar nossas intenções de maneira positiva e criativa direcionando-as para o lugar onde vivemos e sonhamos, pincelando cores, dando formas, texturas e aromas que nos agradem e ajudem a vislumbrar o que queremos concretizar daquele momento para frente.
Nossa morada pode ser a extensão de nosso lar interno, desde que ambos vibrem na mesma frequência. Da mesma maneira, nos ensina a simbologia do I Ching, vivemos sob a influência de duas forças poderosas: o céu - o que cultivamos na mente e no espírito; e a terra - o que acontece em nossa volta. Quando seguimos o feng shui, trabalhamos a energia da terra, mas também precisamos trabalhar nossa própria energia para receber as melhores influências do "céu".
Nesse sentido, toda mudança é bem-vinda. A começar pelo jeito como interagimos com nosso espaço físico. Você sabia que nós levamos, em média, 21 dias para adquirir um novo padrão de energia? Aproveite esse intervalo para remodelar a rotina. Mude de lugar à mesa a fim de contemplar a sala sob outro ângulo, ouça músicas que elevem o espírito, cultive bons pensamentos e dissemine palavras positivas.
Ao assumirmos posições diferentes, alteramos nossa visão sobre as coisas. É inevitável. Aí, então, percebemos que existem diversas maneiras de analisar uma mesma situação. De tempos em tempos, precisamos praticar esse exercício. E, mesmo que não tomemos a iniciativa, a vida nos encarrega de dar uns chacoalhões de vez em quando. Nessas horas, descobrimos que fora da zona de conforto as prioridades mudam de lugar, para nosso próprio crescimento.
Todo começo ou recomeço também nos incita a olhar para o momento presente. Cabe a nós aceitar esse convite da melhor maneira possível. Só assim seremos capazes de implementar mudanças de atitudes duradouras.
Faça o teste e esteja certa de que quando nosso coração e nossa casa estão preenchidos com imagens e gestos promissores, se tornam chamarizes de pequenos e grandes milagres.
fonte: revista Bons Fluídos
Minha casa, minha alma
Descendo pelas escadarias, vi a capa de uma revista Bons Fluídos no lixo. Quando me certifiquei da data (mês passado, imagine?), logo peguei para ler. E aí que as coisas vem pra gente quando tem que vim, certo? Bem nesse momento em que, outra vez, me encontro naquele processo cíclico pelo qual todas as mulheres passam milhares de vezes ao ano. Li uma matéria da seção "Minha casa, minha alma", escrita pela consultora de feng shui Mariângela Pagano, e que teve muito a ver com esse momento introspectivo. Como o site da publicação não dá acesso à íntegra, resolvi colocar aqui e fazer parte da minha seção "Trechos e Pedaços" do dia.
Começos e recomeços
Quantas vezes experimentamos essa sensação em nossa vida, seja em nossos relacionamentos, em nossa profissão, seja depois de uma perda. No começo tudo parece muito, muito difícil. Mas, aos poucos, vamos direcionando nossos caminhos e nos damos conta de que dentro de nós existem grandes geradores de energia. O importante é saber acioná-los.
O medo do novo é natural, mas não deve ser paralisante. Podemos manobrar nossas intenções de maneira positiva e criativa direcionando-as para o lugar onde vivemos e sonhamos, pincelando cores, dando formas, texturas e aromas que nos agradem e ajudem a vislumbrar o que queremos concretizar daquele momento para frente.
Nossa morada pode ser a extensão de nosso lar interno, desde que ambos vibrem na mesma frequência. Da mesma maneira, nos ensina a simbologia do I Ching, vivemos sob a influência de duas forças poderosas: o céu - o que cultivamos na mente e no espírito; e a terra - o que acontece em nossa volta. Quando seguimos o feng shui, trabalhamos a energia da terra, mas também precisamos trabalhar nossa própria energia para receber as melhores influências do "céu".
Nesse sentido, toda mudança é bem-vinda. A começar pelo jeito como interagimos com nosso espaço físico. Você sabia que nós levamos, em média, 21 dias para adquirir um novo padrão de energia? Aproveite esse intervalo para remodelar a rotina. Mude de lugar à mesa a fim de contemplar a sala sob outro ângulo, ouça músicas que elevem o espírito, cultive bons pensamentos e dissemine palavras positivas.
Ao assumirmos posições diferentes, alteramos nossa visão sobre as coisas. É inevitável. Aí, então, percebemos que existem diversas maneiras de analisar uma mesma situação. De tempos em tempos, precisamos praticar esse exercício. E, mesmo que não tomemos a iniciativa, a vida nos encarrega de dar uns chacoalhões de vez em quando. Nessas horas, descobrimos que fora da zona de conforto as prioridades mudam de lugar, para nosso próprio crescimento.
Todo começo ou recomeço também nos incita a olhar para o momento presente. Cabe a nós aceitar esse convite da melhor maneira possível. Só assim seremos capazes de implementar mudanças de atitudes duradouras.
Faça o teste e esteja certa de que quando nosso coração e nossa casa estão preenchidos com imagens e gestos promissores, se tornam chamarizes de pequenos e grandes milagres.
fonte: revista Bons Fluídos
Eu juro por tudo quanto é mais sagrado que eu TENTO dormir cedo aos domingos pra acordar num pique moderável na segunda-feira. Eu tento, mas não consigo. Sempre tem algum programa bacana na TV. Agora que tem uma pequenininha no meu quarto, então, não desligo do GNT. O programa de ontem, depois que a Oprah entrevistou o dono da Nike (entrevista Ó-TE-MAAA, por sinal. Inclusive, a lenda de que a estagiária ganhou uma bagatela com o design da logomarca morreu ontem na minha cabeça. O próprio presidente, quando a Nike abriu suas ações no mercado, DEU - isso mesmo - deu algumas dessas ações para a menina que, na época, ganhou US$ 37 com isso)....ai, meu Deus, meu perdi.
Ah, tá! Depois da Oprah começou o Chegadas e Partidas, apresentado pela Astrid. Choro sem parar. O programa é uma versão holandesa do Hello Goodbye, onde todo enredo é passado dentro do aeroporto. Lá, a apresentadora pesca personagens reais e suas algumas histórias magníficas. A abordagem é tão espontânea, que as pessoas abrem a vida e contam quem elas estão esperando ou quem, no grupo, está partindo. Não consigo desligar a TV. Coisa de louco. Hoje pareço um zumbi. Me apresentarei de calça de moleton e tênis em uma reunião com o cliente às 17h30. Quer dizer, rezo para que ele pense que todo criativo tem uma pitada de loucura. E é dessa forma que inicio a semana.
Eu juro por tudo quanto é mais sagrado que eu TENTO dormir cedo aos domingos pra acordar num pique moderável na segunda-feira. Eu tento, mas não consigo. Sempre tem algum programa bacana na TV. Agora que tem uma pequenininha no meu quarto, então, não desligo do GNT. O programa de ontem, depois que a Oprah entrevistou o dono da Nike (entrevista Ó-TE-MAAA, por sinal. Inclusive, a lenda de que a estagiária ganhou uma bagatela com o design da logomarca morreu ontem na minha cabeça. O próprio presidente, quando a Nike abriu suas ações no mercado, DEU - isso mesmo - deu algumas dessas ações para a menina que, na época, ganhou US$ 37 com isso)....ai, meu Deus, meu perdi.
Ah, tá! Depois da Oprah começou o Chegadas e Partidas, apresentado pela Astrid. Choro sem parar. O programa é uma versão holandesa do Hello Goodbye, onde todo enredo é passado dentro do aeroporto. Lá, a apresentadora pesca personagens reais e suas algumas histórias magníficas. A abordagem é tão espontânea, que as pessoas abrem a vida e contam quem elas estão esperando ou quem, no grupo, está partindo. Não consigo desligar a TV. Coisa de louco. Hoje pareço um zumbi. Me apresentarei de calça de moleton e tênis em uma reunião com o cliente às 17h30. Quer dizer, rezo para que ele pense que todo criativo tem uma pitada de loucura. E é dessa forma que inicio a semana.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
O negócio é bom
As mulheres que acompanham e adoram produtos de beleza sabem quantos milhares deles existem no mercado. Tenho certeza que muitos são ótimos. Quero de falar de um, especificamente, porque, além de ser mega eficaz, tem um preço bem acessível. Estou usando a linha Reversalist da Avon todos os dias (às vezes pulo o sábado e domingo pois sempre esqueço de colocá-los na minha malinha de viagem), porém, o resultado tá tinindo no meu rosto. Vejo que o negócio realmente funciona quando as pessoas se assustam no momento em que respondo a pergunta sobre quantos anos eu tenho. Digo 33 anos. Passei por isso hoje. De novo. A-MO.
O negócio é bom
As mulheres que acompanham e adoram produtos de beleza sabem quantos milhares deles existem no mercado. Tenho certeza que muitos são ótimos. Quero de falar de um, especificamente, porque, além de ser mega eficaz, tem um preço bem acessível. Estou usando a linha Reversalist da Avon todos os dias (às vezes pulo o sábado e domingo pois sempre esqueço de colocá-los na minha malinha de viagem), porém, o resultado tá tinindo no meu rosto. Vejo que o negócio realmente funciona quando as pessoas se assustam no momento em que respondo a pergunta sobre quantos anos eu tenho. Digo 33 anos. Passei por isso hoje. De novo. A-MO.
Sumiço
Coisa de sexta-feira 13? Acabei de abrir o Cá Aqui e vi que dois últimos posts de ontem desapareceram. O que aconteceu? Um falava sobre o Q!Bazar e outro sobre um parque de diversões no Kansas. O pior é que eu fui buscar o compartilhamento que fiz com o Facebook e lá diz que meu post foi retirado do ar. Como assim....geeks por perto? Tudo pode acontecer.
Sumiço
Coisa de sexta-feira 13? Acabei de abrir o Cá Aqui e vi que dois últimos posts de ontem desapareceram. O que aconteceu? Um falava sobre o Q!Bazar e outro sobre um parque de diversões no Kansas. O pior é que eu fui buscar o compartilhamento que fiz com o Facebook e lá diz que meu post foi retirado do ar. Como assim....geeks por perto? Tudo pode acontecer.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
De novela
Ontem fui conhecer a feira livre do Ceagesp. Todas as quartas-feiras, das 17h às 22h, o local fica à disposição dos varejistas. Oba!!!! Também tem aos finais de semana, porém, aproveitei o embalo que trabalho do lado. Não vou sair da minha casa pra ir até o lugar onde Judas perdeu as meias (o Ceagesp, da minha casa, é completamente fora de mão). Realmente é uma diferença de preço que dá vontade de bater o martelo e só frequentar o lugar. Tão barato que fiz uma loucura: comprei uma caixa de morangos gigantes por R$ 30,00 (nas feiras de rua a caixa está por R$ 50,00 - R$ 60,00). Só de escrever sobre eles, minha boca já enche de água de tão doce que estão (eles deixam experimentar). Dá uma olhada:
Isso é só uma palha, porque as beringelas, cenouras e abobrinhas que também estavam E-NOR-MES.
Isso é só uma palha, porque as beringelas, cenouras e abobrinhas que também estavam E-NOR-MES.
De novela
Ontem fui conhecer a feira livre do Ceagesp. Todas as quartas-feiras, das 17h às 22h, o local fica à disposição dos varejistas. Oba!!!! Também tem aos finais de semana, porém, aproveitei o embalo que trabalho do lado. Não vou sair da minha casa pra ir até o lugar onde Judas perdeu as meias (o Ceagesp, da minha casa, é completamente fora de mão). Realmente é uma diferença de preço que dá vontade de bater o martelo e só frequentar o lugar. Tão barato que fiz uma loucura: comprei uma caixa de morangos gigantes por R$ 30,00 (nas feiras de rua a caixa está por R$ 50,00 - R$ 60,00). Só de escrever sobre eles, minha boca já enche de água de tão doce que estão (eles deixam experimentar). Dá uma olhada:
Isso é só uma palha, porque as beringelas, cenouras e abobrinhas que também estavam E-NOR-MES.
Isso é só uma palha, porque as beringelas, cenouras e abobrinhas que também estavam E-NOR-MES.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Livro de memória
Que infográfico é uma tendência, não há o que negar. Eu mesma fiz um projeto para a Pampers todo baseado nesse esquema ninja. Aliás, os caras do New York Times são tidos como os melhores do mundo nesse quesito. A novidade é transformar o seu Facebook em um grande livro de infográficos, ou seja, todas as suas ações, interações, tudo o que você curte, os amigos que mais conhece, pode virar um livro com a sua cara. A mania virou febre na Alemanha e tudo é feito on line. A novidade pode ser encomendada e entregue no seu endereço por singelos 19 euros. Todo o passo-a-passo (AQUI). Fala sério que esse povo vai ficar rico!!!! Quer dizer, mais ainda, porque a empresa por trás disso é só a DHL.
Livro de memória
Que infográfico é uma tendência, não há o que negar. Eu mesma fiz um projeto para a Pampers todo baseado nesse esquema ninja. Aliás, os caras do New York Times são tidos como os melhores do mundo nesse quesito. A novidade é transformar o seu Facebook em um grande livro de infográficos, ou seja, todas as suas ações, interações, tudo o que você curte, os amigos que mais conhece, pode virar um livro com a sua cara. A mania virou febre na Alemanha e tudo é feito on line. A novidade pode ser encomendada e entregue no seu endereço por singelos 19 euros. Todo o passo-a-passo (AQUI). Fala sério que esse povo vai ficar rico!!!! Quer dizer, mais ainda, porque a empresa por trás disso é só a DHL.
Fico loucaaaaaa...
Mais um Redken chegou em casa. Agora com a função Scalp Relief. Na verdade ele é um anti-caspa, mas também funciona muito como revigorante do couro cabeludo - por isso comprei. Aqui no Brasil o produto custa por volta de R$ 88,00. Com todos os encargos, impostos e entrega, paguei R$ 45,43. Dei uma volta no Shopping Ibirapuera e vi uma loja, no piso da praça de alimentação, que vende uma porção de produtos importados. Porém, todos são carézimos. Uma pena. Queria muito conseguir importar essas coisinhas que fazem bem para os cabelos e vedê-las por um preço justo, saca? Ócio criativo. Sinto falta desse momento.
P.S.: Minha compulsão por shampoos é algo inigualável.
Fico loucaaaaaa...
Mais um Redken chegou em casa. Agora com a função Scalp Relief. Na verdade ele é um anti-caspa, mas também funciona muito como revigorante do couro cabeludo - por isso comprei. Aqui no Brasil o produto custa por volta de R$ 88,00. Com todos os encargos, impostos e entrega, paguei R$ 45,43. Dei uma volta no Shopping Ibirapuera e vi uma loja, no piso da praça de alimentação, que vende uma porção de produtos importados. Porém, todos são carézimos. Uma pena. Queria muito conseguir importar essas coisinhas que fazem bem para os cabelos e vedê-las por um preço justo, saca? Ócio criativo. Sinto falta desse momento.
P.S.: Minha compulsão por shampoos é algo inigualável.
Sixteen Jackies
A obra Sixteen Jackies, do artista americano Andy Warhol, foi arrematada nesta terça-feira por 20,2 milhões de dólares em um leilão de arte contemporânea em Nova York. No quadro, o pai da pop art retrata a ex-primeira-dama americana Jacqueline Kennedy. Foi o lance mais alto da noite, que rendeu à casa de leilões Sotheby's um total de 128 milhões de dólares.
fonte: site Revista Veja
Sixteen Jackies
A obra Sixteen Jackies, do artista americano Andy Warhol, foi arrematada nesta terça-feira por 20,2 milhões de dólares em um leilão de arte contemporânea em Nova York. No quadro, o pai da pop art retrata a ex-primeira-dama americana Jacqueline Kennedy. Foi o lance mais alto da noite, que rendeu à casa de leilões Sotheby's um total de 128 milhões de dólares.
fonte: site Revista Veja
Para qualquer espirro
Foi assim que o pessoal da editora resolveu o problema dos meus constantes espirros. A cada minuto, um atchim. E um gesto simpático pendurado na tela da notebook de uma das pessoas da grande mesa que sento. Minha gripe agradece.
Para qualquer espirro
Foi assim que o pessoal da editora resolveu o problema dos meus constantes espirros. A cada minuto, um atchim. E um gesto simpático pendurado na tela da notebook de uma das pessoas da grande mesa que sento. Minha gripe agradece.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Relógio Cuco
fonte: ELLE
Relógio Cuco
fonte: ELLE
Fashion in paper
A Vogue Itália divulgou uma mega exposição itinerante que inaugurará no dia 26 de maio e vai até dia 5 de junho, em Milão, para divulgar os melhores trabalhos feito por alunos de Fashion e Design das melhores universidades do local. Utilizando um material alternativo, dessa vez o papel, os estudantes tiveram total liberdade para exercer a criatividade. Os acessórios estão demais da conta, resultando em peças divinas. Roma, Florença e Madri também receberão esses talentos. Mais informações (AQUI).
Fashion in paper
A Vogue Itália divulgou uma mega exposição itinerante que inaugurará no dia 26 de maio e vai até dia 5 de junho, em Milão, para divulgar os melhores trabalhos feito por alunos de Fashion e Design das melhores universidades do local. Utilizando um material alternativo, dessa vez o papel, os estudantes tiveram total liberdade para exercer a criatividade. Os acessórios estão demais da conta, resultando em peças divinas. Roma, Florença e Madri também receberão esses talentos. Mais informações (AQUI).
segunda-feira, 9 de maio de 2011
No tks!
Eu amo All Star. Também amo chinelo de dedo. Mas essa mistura não rola.
A venda no site da Converse (AQUI) por US$40. Demoooooora pra carregar a páginaaaaaa....zzzzzz...
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No tks!
Eu amo All Star. Também amo chinelo de dedo. Mas essa mistura não rola.
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