quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Uma vez pesquisando....

E já que eu fiquei horas no site de moda Net-A-Porter, resolvi que seria muito justo colocar aqui todos os acessórios que saíram na edição dessa semana. Até porque depois de amanhã é fevereiro e eu tenho que vestir meus óculos de compradora de moda pra afiar o olhar e trabalhar em cima daquilo que vai usar nos próximos meses. Lógico que, sendo verão ainda, a Annie Way terá muita coisa com cores (já viu o anel turquesa que coloquei na loja online? Anel Ostra é o nome dele. Vai lá!). Mas o faro está bem voltado no outono/inverno 2014 - aliás, já tenho umas peças pra nova coleção da próxima estação que estão de babar. B Á R B A R A é um nome que gosto quando o negócio tá mesmo maravilhoso! Bom, mas aqui, por enquanto, o que saiu no Net-A-Porter.

Valentino

Oscar de la Renta


Arme De L´Amour


Ileana Makri

Carolina Bucci


Versace

Lowe

Maria Black

Maison Michel

Altuzarra

Isabel Marant

Hervé Van Der Straeten

Sensi Studio

Uma vez pesquisando....

E já que eu fiquei horas no site de moda Net-A-Porter, resolvi que seria muito justo colocar aqui todos os acessórios que saíram na edição dessa semana. Até porque depois de amanhã é fevereiro e eu tenho que vestir meus óculos de compradora de moda pra afiar o olhar e trabalhar em cima daquilo que vai usar nos próximos meses. Lógico que, sendo verão ainda, a Annie Way terá muita coisa com cores (já viu o anel turquesa que coloquei na loja online? Anel Ostra é o nome dele. Vai lá!). Mas o faro está bem voltado no outono/inverno 2014 - aliás, já tenho umas peças pra nova coleção da próxima estação que estão de babar. B Á R B A R A é um nome que gosto quando o negócio tá mesmo maravilhoso! Bom, mas aqui, por enquanto, o que saiu no Net-A-Porter.

Valentino

Oscar de la Renta


Arme De L´Amour


Ileana Makri

Carolina Bucci


Versace

Lowe

Maria Black

Maison Michel

Altuzarra

Isabel Marant

Hervé Van Der Straeten

Sensi Studio

Quando me amei de verdade


"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.


Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.


Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.


Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.


Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.


Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.


Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.


Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.


Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!"

Quando me amei de verdade


"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.


Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.


Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.


Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.


Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.


Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.


Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.


Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.


Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!"

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Net-A-Porter no clima de Hollywood

Eu simplesmente fiquei apaixonada com a ideia de trazer as atrizes-chave das séries que mais dão o que falar em Hollywood para estampar uma das edições do Net-A-Porter. Na verdade a ideia foi além de apenas colocar o rosto maravilhoso de cada uma. Entre as superpoderosas estão Morena Baccarin (Homeland), Anna Gunn (Breaking Bad), Lena Headey (Game of Thrones) e Jessica Paré (Mad Men). Elas simplesmente saíram do tapete vermelho e entraram em vestidos de estilistas mega famosos como Jason Wu, Roland Mouret, Dolce & Gabbana, entre outros. A única coisa que faltou foi abusar dos acessórios, né? Dá uma olhada nas fotos.







Net-A-Porter no clima de Hollywood

Eu simplesmente fiquei apaixonada com a ideia de trazer as atrizes-chave das séries que mais dão o que falar em Hollywood para estampar uma das edições do Net-A-Porter. Na verdade a ideia foi além de apenas colocar o rosto maravilhoso de cada uma. Entre as superpoderosas estão Morena Baccarin (Homeland), Anna Gunn (Breaking Bad), Lena Headey (Game of Thrones) e Jessica Paré (Mad Men). Elas simplesmente saíram do tapete vermelho e entraram em vestidos de estilistas mega famosos como Jason Wu, Roland Mouret, Dolce & Gabbana, entre outros. A única coisa que faltou foi abusar dos acessórios, né? Dá uma olhada nas fotos.







A contadora de filmes


Sabe aquelas coisas fofas de serem lidas ou vistas? Típico merecedor de um “aaaaaa....., que lindo!” Assim é esse livro e sua personagem principal, Maria Margarita, desse jeito, com M, como o pai preferiu.

Sobre o livro: “inspiradora e certeira, a obra poetiza sobre o poder e a necessidade da imaginação e da ficção, em especial na infância. Maria Margarita, a contadora de filmes do título, é também a protagonista e narradora da história. De sua história. Aos dez anos de idade, a menina é escolhida por seu pai para assistir e contar ─ em princípio para os familiares, e em seguida para os vizinhos do povoado ─ os filmes que estavam em cartaz no cinema. O pai de Maria, após sofrer um acidente de trabalho, ficara paralítico da cintura para baixo e sobrevivia a duras penas às custas de uma pensão por invalidez; a mãe, possivelmente cansada da sorte que a vida lhe reservara, abandonara o marido e os cinco filhos. Com uma família numerosa e uma renda insuficiente, era impossível permitir que todos frequentassem cinema. Portanto, apenas uma pessoa teria a oportunidade de assistir aos filmes, e a chance se transformaria em incumbência: esta deveria contar aos outros o que vira, ouvira e sentira. A desenvoltura, a boa memória e a criatividade de Maria Margarita ─ que por pouco não se chamou Marilyn Monroe, tamanho o apego de seu pai pela atriz em particular e pela sétima arte em geral, além de seu apego peculiar pela letra “eme” ─ tornaram-na oficialmente a contadora de filmes.
(FONTE: Livros Abertos)


Merece aplausos. Mais do que isso: uma leitura rápida e breve, digna de um curta-metragem. Merece.

A contadora de filmes


Sabe aquelas coisas fofas de serem lidas ou vistas? Típico merecedor de um “aaaaaa....., que lindo!” Assim é esse livro e sua personagem principal, Maria Margarita, desse jeito, com M, como o pai preferiu.

Sobre o livro: “inspiradora e certeira, a obra poetiza sobre o poder e a necessidade da imaginação e da ficção, em especial na infância. Maria Margarita, a contadora de filmes do título, é também a protagonista e narradora da história. De sua história. Aos dez anos de idade, a menina é escolhida por seu pai para assistir e contar ─ em princípio para os familiares, e em seguida para os vizinhos do povoado ─ os filmes que estavam em cartaz no cinema. O pai de Maria, após sofrer um acidente de trabalho, ficara paralítico da cintura para baixo e sobrevivia a duras penas às custas de uma pensão por invalidez; a mãe, possivelmente cansada da sorte que a vida lhe reservara, abandonara o marido e os cinco filhos. Com uma família numerosa e uma renda insuficiente, era impossível permitir que todos frequentassem cinema. Portanto, apenas uma pessoa teria a oportunidade de assistir aos filmes, e a chance se transformaria em incumbência: esta deveria contar aos outros o que vira, ouvira e sentira. A desenvoltura, a boa memória e a criatividade de Maria Margarita ─ que por pouco não se chamou Marilyn Monroe, tamanho o apego de seu pai pela atriz em particular e pela sétima arte em geral, além de seu apego peculiar pela letra “eme” ─ tornaram-na oficialmente a contadora de filmes.
(FONTE: Livros Abertos)


Merece aplausos. Mais do que isso: uma leitura rápida e breve, digna de um curta-metragem. Merece.